Há milhares de anos, o arroz é o alimento básico de mais da metade da população do mundo. Em alguns países asiáticos, o consumo per capita excede 135 kg por ano, e sua sobrevivência ainda depende da safra de arroz. Já o brasileiro consome, em média, 45 kg de arroz por ano. 

  A parte externa mais nutritiva da semente de arroz é removida, e serve de alimento para o gado, enquanto o arroz é processado.   Grãos de arroz quebrados são usados para fermentar a cerveja.   Com a cevada e a aveia, o arroz cresce dentro de uma casca protetora, que tem de ser removida para se utilizar o grão como alimento (o trigo e o milho exigem menos processamentos). Muitos nutrientes se perdem, como o farelo e os germens, pois são removidos no processo de moagem para obter o arroz branco.   Como é um carboidrato refinado, o arroz branco é digerido rapidamente, eleva os níveis de açúcar no sangue e fornece energia, mas tem menor valor nutricional e um menor conteúdo de fibras do que o arroz integral.   O arroz integral que consiste em caroços intactos que retêm suas camadas de farelo, tem um valor nutritivo maior do que o arroz branco. No entanto, também contém ácido fítico, uma substancia que interfere com a absorção de ferro e cálcio.   Índice glicêmico (IG) - Padrão usado para avaliar o impacto dos carboidratos no corpo, quanto menor o índice, melhor. Uma porção de 140g de arroz branco cozido pode ter um IG de até 72. A mesma quantidade de arroz integral tem um IG de 50, que está no patamar inferior (ver Índice Glicêmico). Embora seja verdade que alguns tipos de arroz branco processado sejam enriquecidos ou fortificados com ferro e vitaminas do grupo B depois de refinados, muitos dos nutrientes são perdidos para sempre. Além disso, o enriquecimento é normalmente aplicado à parte externa do grão.   Fonte: Sementes de Arroz