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27022014

Logística emperra embarques do grão de arroz

Ao conquistar compradores fora do país, e aumentar as exportações em mais de 20 vezes na última década, o arroz gaúcho tem pela frente um desafio que ultrapassa as relações internacionais: infraestrutura para entregar o grão.

Com espaço limitado para armazenagem no porto de Rio Grande, onde a soja tem prioridade no período da safra, o cereal precisa ainda de equipamentos específicos para embarque do arroz industrializado.  
— Sempre exportamos arroz a granel. Mas ao fortalecer marcas brasileiras precisamos de condições para exportar o produto ensacado
— avalia André Anele, gerente do programa Brazilian Rice, voltado à promoção do arroz brasileiro no Exterior.   Conforme Anele, além da capacidade insuficiente para armazenar o grão em Rio Grande, o porto não tem chip loader
— equipamento específico para embarque do arroz beneficiado.  
— Atualmente, o embarque do grão industrializado é feito com a ajuda de lonas que colocam o produto no porão do navio. É uma maneira improvisada — completa.  
Ampliar os acordos internacionais é outro desafio para expandir as vendas externas — que devem fechar em 1,2 milhão de toneladas no ano comercial que se encerra em março. O resultado fará com que a balança comercial brasileira do grão feche positiva pelo terceiro ano consecutivo. Do total exportado, 95% é produzido no Rio Grande do Sul.  

Em 2013 foram treinadas no Brazilian Rice 26 indústrias brasileiras de arroz, em um projeto conjunto da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos e da Associação Brasileira da Indústria do Arroz.  
— Estamos mostrando ao mundo que somos grandes produtores de arroz e temos um produto com qualidade — comemora César Marques Pereira, coordenador técnico da Câmara Setorial do Arroz no Estado.  

Conforme Pereira, a exportação é fundamental para a estabilidade dos preços no comércio interno de arroz.  

— É estratégico exportar, no mínimo, a mesma quantidade de arroz importado do Mercosul para termos equilíbrio nos preços — calcula Pereira, acrescentando que quatro arrozeiras participarão na próxima semana da maior feira de alimentação do Oriente Médio, Gulfood, em Dubai.  

Fonte: Zero Hora/Joana Colussi

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