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30052014

Arrozeiros pedem aumento do preço mínimo da saca do cereal

O preço da saca de 50 quilos de arroz gira em torno dos R$ 37, considerado bom.

Mas, quando o produto está muito desvalorizado no mercado existe uma garantia ao produtor para que a produção continue. Essa garantia é a compra pelo governo, por um valor pré-estipulado, chamado preço mínimo. A explicação é do presidente da Associação dos Arrozeiros de Bagé e Região, Ricardo Zago.

Para pedir a revisão desse preço mínimo, considerado muito aquém da necessidade, aconteceu, nesta semana, uma reunião da Câmara Setorial Nacional do Arroz, em Brasília.  Na ocasião, foi entregue ao Ministério da Agricultura a reivindicação de reajuste do preço mínimo do arroz. Desde 2009, a saca de 50 quilos tem preço mínimo de R$ 25,80. Para o setor produtivo, com base nos custos de produção, esse valor não poderia ser inferior a R$ 29,30. O governo prometeu estudar a possibilidade.

"O valor atual é uma piada. E R$ 29 é o custo de produção que temos, por isso o parâmetro, quando o preço do produto cai muito, que é o preço mínimo, não poderia ficar menor que R$ 30. Este ano, o preço de mercado está bom e não haverá a necessidade de utilizar esse parâmetro", explica. A última vez que isso aconteceu foi em 2008, segundo a associação.   Safras   Na oportunidade, os representantes dos estados também apresentaram os resultados das safras regionais do cereal. No Rio Grande do Sul, os produtores colheram 8,1 milhões de toneladas de arroz. "Pela área que foi plantada, esperávamos uma safra gaúcha um pouco maior, mas ainda assim temos a segunda maior da história", afirmou o presidente da Comissão de Arroz da Farsul e da Câmara Setorial Nacional do Arroz, Francisco Schardong. A seca durante parte do verão prejudicou o desenvolvimento das plantas e afetou os rendimentos. Até o fim de junho, as câmaras setoriais terão reuniões para preparar uma carta com as demandas a serem entregues aos presidenciáveis, durante a 37ª Expointer.  Na reunião ainda foi lançada uma campanha, por enquanto sem nome, da Embrapa, Sebrae e CNA, para estimular o consumo de arroz e feijão no país.  

Fonte: Jornal Minuano

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