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30032015

Clima favorece colheita do arroz no Rio Grande do Sul

 O clima do início do outono tem favorecido os trabalhos da colheita na cultura do arroz, que atingem 45% do total cultivado no Estado, segundo informações da Emater. Ainda restam cerca de 47% da área já pronta para ser colhida, uma vez que as lavouras já completaram sua maturação. A produtividade varia de 7,2 mil quilos por hectare a 8 mil quilos por hectare. A qualidade dos grãos também é considerada boa pelos produtores, que não encontram dificuldades ao comercializá-lo. 

No milho, a colheita atinge 65% e a produtividade das lavouras, que ultrapassa os 10 mil quilos por hectare, tem surpreendido os produtores, pois a média estadual é de 6 mil quilos por hectare. As lavouras mais tardias, cerca de 10% do total, também se encontram em boas condições, embora em algumas áreas das regiões Campanha e Sul seja notada uma diminuição nas expectativas dos rendimentos devido à falta de chuvas mais abundantes.  A colheita da soja atinge 26% das lavouras semeadas, com rendimentos dentro das expectativas e variando conforme a incidência de chuvas em cada região. Nas localidades afetadas por falta de chuvas mais abundantes neste final de ciclo, o rendimento varia entre 35 e 40 sacas por hectare (2,1 a 2,4 mil quilos por hectare). Já em municípios onde as precipitações não comprometeram o desenvolvimento da cultura, o rendimento têm ficado, em muitos casos, em torno de 60 sacas por hectare (3,6 mil quilos por hectare). A média geral para o Estado segue ao redor dos 3 mil quilos por hectare.  A colheita do feijão de 1ª safra está finalizando na última região de produção comercial do Estado, os Campos de Cima da Serra. As lavouras apresentam bom rendimento e ótima qualidade de grãos. Já as lavouras do feijão safrinha se desenvolvem bem, com boa germinação e floração, iniciando a fase de enchimento de grãos em boa parte das regiões.  As condições climáticas, com temperaturas amenas na parte da manhã, se elevando durante o período da tarde, favorecem o desenvolvimento das plantas forrageiras no Estado. Há grande oferta de pastagens nativas e cultivadas para os animais. Da mesma forma, as culturas destinadas para silagem, especialmente milho e sorgo, apresentam bom desenvolvimento, indicando a produção de silagem de qualidade.  As espécies forrageiras dos campos nativos estão com grande acúmulo de massa verde, embora a qualidade comece a diminuir, pois, nesta estação do ano, ocorre o vazio forrageiro e muitas espécies forrageiras estão mais fibrosas, concluindo seu ciclo vegetativo. Alguns produtores realizam a prática de roçadas nas áreas de campo nativo para o controle de plantas invasoras, especialmente o capim anoni, que ocorre com maior frequência nas pastagens naturais do bioma pampa. As pastagens cultivadas anuais de verão ainda apresentam boas condições de produção.  Em algumas regiões, os produtores iniciaram o preparo de solo para plantio das pastagens de inverno, como aveia e azevém. O milho e sorgo para silagem estão no ponto de corte em vários locais.  

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