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25052017

Irrigação: 4 variáveis que devem ser consideradas para manejo inteligente

O produtor deve adotar um pacote tecnológico específico para as áreas irrigadas, de modo que garanta o maior retorno produtivo.

 
Irrigar as lavouras pode ser um trabalho desafiador para os produtores rurais. O manejo deve ser cuidadoso, com o objetivo de fornecer o volume de água necessário para o desenvolvimento das culturas, mas também garantir economia de água e de energia elétrica.
 
 
De acordo com Bruno Batalha, engenheiro agrônomo e consultor da Valley, para a realização do uso racional da água e energia despendidas na agricultura irrigada visando aumento da produtividade e rentabilidade, é necessário entender que o conceito de agricultura irrigada não deve ser visto como somente “sequeiro mais água”.
 
 
O produtor deve adotar um pacote tecnológico específico para as áreas irrigadas, de modo que garanta o maior retorno produtivo. Segundo Batalha, esse pacote voltado para a irrigação deve considerar variedades específicas, espaçamentos, adubação, tratos fitossanitários, janelas de plantio e o gerenciamento da irrigação. “O gerenciamento da irrigação envolve o conhecimento de todas as variáveis que podem interferir na decisão técnica de irrigação, tanto estrategicamente o momento quanto a quantidade a se aplicar”, diz o agrônomo.
 
 
Além disso, é fundamental garantir a eficiência do equipamento, sem descuidar da manutenção dos pivôs. De acordo com o agrônomo, o manejo também deve considerar fase fenológica e sanidade do cultivo, clima local, variações do solo, processos de fertirrigação e quimigação e custos variáveis da energia elétrica.
 
 
“O sucesso do gerenciamento de irrigação é dependente da união das variáveis envolvidas na tomada de decisão de forma a ser objetiva e operacional para melhorias no processo”, diz Bruno Batalha. De acordo com o agrônomo, as variáveis que devem ser consideradas para garantir uma irrigação eficiente são:
 

1 – Conhecimento em nível físico hídrico do solo e da sua capacidade de retenção e armazenamento de água;
 
2 – Conhecimento da autonomia do equipamento e se o mesmo está otimizado e com eficiência de aplicação adequada;
 
3 – Conhecimento do clima local e em suma da demanda evapotranspirometrica;
 
4 – Conhecimento das fases do cultivo para adequação do consumo de água.

Fonte: SF Agro

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