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14112012

Preços do arroz em casca estão estáveis em novembro

Considerando-se as médias de setembro de 2012 e de outubro de 2012, o diferencial entre o preço do arroz “livre” (depositado nos armazéns dos produtores) e o do arroz depositado nas beneficiadoras registrou ligeira queda, passando de R$ 1,22 por saco de 50 Kg, para R$ 0,94 por saco de 50 Kg

  Os preços do arroz em casca estão estáveis em novembro, após terem sofrido pressão baixista durante o mês de outubro, resultante da oferta adicional destinada aos pagamentos das parcelas de custeios e dos fracos resultados dos últimos leilões de estoques públicos realizados pela Conab. No Rio Grande do Sul, o preço médio do arroz em casca ao produtor está cotado a R$ 38,67 por saco de 50 Kg, contra a média de R$ 38,89 por saco de 50 Kg na semana anterior.   No Estado, o preço do arroz em casca acumula uma leve baixa de 0,6% em uma semana, de 0,9% nos últimos m 30 dias e uma alta de 50,5% em relação ao mesmo período do ano passado. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, os preços do arroz em casca ao produtor, para um produto com 58% de grãos inteiros, oscila entre R$ 38,00 e R$ 39,00 por saco de 50 Kg, atingindo faixas superiores.   Considerando-se as médias de setembro de 2012 e de outubro de 2012, o diferencial entre o preço do arroz “livre” (depositado nos armazéns dos produtores) e o do arroz depositado nas beneficiadoras registrou ligeira queda, passando de R$ 1,22 por saco de 50 Kg, para R$ 0,94 por saco de 50 Kg. O mesmo comportamento foi observado entre agosto e setembro deste ano, quando o diferencial passou de R$ 1,30 por saco de 50 Kg, para R$ 1,22 por saco de 50 Kg. Dentre as regiões produtoras do Rio Grande do Sul, na Depressão Central, na Fronteira Oeste e na Planície Costeira Interna, o aumento na cotação média do arroz depositado foi mais intenso que o do arroz “livre”.   Nas duas primeiras regiões, este resultado pode estar ligado à disponibilidade interna das beneficiadoras da região. Já na Planície Costeira Interna, o cenário possivelmente reflete o desinteresse de compra das empresas, o que reduziu significativamente o número de informações de negócios e oferta para arroz depositado durante o mês de outubro. Na Campanha e na Zona Sul, as variações desses dois preços – depositado nas indústrias e o “livre”- estiveram em percentuais bastante próximos.   Fonte: planetaarroz

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